O que esta ferramenta faz
Peça um número entre 1 e 100 e receba essa quantidade de UUIDs.
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Um por linha, prontos para colar numa fixture, num arquivo de seed ou num teste. Uma opção os escreve em maiúsculas, que é o que alguns sistemas e algumas colunas de banco esperam.
Feitos aqui, vistos por ninguém
Os identificadores vêm do crypto.randomUUID, no seu navegador, com o mesmo gerador criptográfico que sustenta o resto da API Web Crypto. Nenhuma requisição sai: os valores que você recebe nunca existiram em outro lugar — algo que um gerador on-line que responde de um servidor não pode dizer.
O que a versão 4 é, e o que não é
- 122 bits aleatórios. Seis dos 128 são fixos: quatro dizem “versão 4”, dois marcam a variante. Todo o resto é sorteado.
- Sem data, sem máquina. Diferente da versão 1, ela não diz nada sobre quando nem onde foi feita. Nada a vazar, nada por que ordenar.
- Não ordenável. Dois UUIDs seguidos caem em qualquer lugar, o que maltrata um índice agrupado. Se você insere milhões de linhas com chave UUID, o que procura é a versão 7 — ordenada no tempo — e esta ferramenta não a fabrica.
- Não é um segredo. Impossível de adivinhar na prática, mas viaja em URLs e logs. Use como identificador; para o que dá acesso, use um gerador de tokens de verdade.
Privado por padrão
Tudo é executado localmente no seu navegador com JavaScript. Os seus dados nunca são enviados para um servidor, o que torna a ferramenta segura para conteúdo sensível e funciona offline.